Estava a adormecer a Ju, jalgava-a já num sono distante após a história da praxe, levantei-me devagar no máximo silêncio possivel e segredei-lhe ao ouvido:
- Adoro-te.
Sem estar á espera, retribuiu-me numa fala lenta e enrolada, que me aqueceu a alma e derreteu o coração:
- Adoro-te Mamã.
20 anos que ficam
Há 4 meses


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