segunda-feira, 10 de maio de 2010

Adoro-te

Estava a adormecer a Ju, jalgava-a já num sono distante após a história da praxe, levantei-me devagar no máximo silêncio possivel e segredei-lhe ao ouvido:
- Adoro-te.

Sem estar á espera, retribuiu-me numa fala lenta e enrolada, que me aqueceu a alma e derreteu o coração:
- Adoro-te Mamã.

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